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Do Brasil ao Canadá: como minha maneira de ver o design começou a mudar.
Sempre me senti atraída pelo sentimento por trás das coisas. Mesmo antes de entender o design como profissão, eu já prestava atenção em como as coisas faziam as pessoas reagirem. Não apenas visualmente, mas emocionalmente. A pausa. O sorriso. O silêncio depois que algo faz sentido. Essa parte de mim nunca mudou de verdade. Apenas ganhou um nome mais tarde. Para mim, o design nunca se resumiu apenas à forma ou à estética. Ele reside no contexto. Na maneira como as pessoas inte
Mariane Paulino
há 2 dias2 min de leitura


Projetando confiança: o detalhe mais ignorado do branding
Alguns dos sinais mais fortes de confiança no branding também são os mais simples. Consistência entre telas e materiais. Clareza sobre o que a marca realmente faz. Tipografia que pode ser lida sem esforço. Layouts que parecem estáveis, não frágeis. As pessoas nem sempre percebem isso de forma consciente, mas sentem imediatamente. E quando algo parece estável, ele se torna confiável quase sem percebermos. Depois existe a camada da experiência. É aqui que a confiança é reforçad
Mariane Paulino
há 2 dias1 min de leitura


O que faz uma identidade visual parecer premium?
Quando penso em identidades que transmitem sensação de premium, elas geralmente compartilham as mesmas bases. Sistemas tipográficos fortes, em vez de fontes decorativas. Espaçamento bem controlado, que dá respiro para tudo existir. Consistência que elimina dúvidas em cada ponto de contato. Cor usada com intenção, não com intensidade. Também existe algo mais sutil na hierarquia. Um bom design não tenta deixar tudo importante ao mesmo tempo. Ele guia o olhar com calma, sem forç
Mariane Paulino
há 2 dias1 min de leitura


Por que grandes marcas parecem familiares antes de parecerem diferentes
Existe algo interessante em como o cérebro responde à informação visual. Ele tenta reconhecer padrões antes de avaliar a originalidade. Ele se sente mais seguro quando a estrutura é previsível. Ele presta mais atenção quando se sente orientado. Então, quando uma marca usa uma linguagem visual familiar, não está sendo genérica. Está reduzindo atrito. O que faz a diferença é o que vem depois dessa familiaridade. Pequenas mudanças em: tipografia que levemente quebra expectativas
Mariane Paulino
há 2 dias1 min de leitura
Ideias, experimentos e processos criativos.
Uma pequena coleção de ideias da minha jornada no design.
diário da Mari
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